DF: DFTrans troca empresa para fazer gestão do sistema de bilhetagem

Por Rafael Martins

Desde que a nova diretoria assumiu o comando do DFTrans, após o escândalo de corrupção revelado pela Operação Trickster que culminou na queda da cúpula da autarquia, uma série de medidas foram tomadas para combater as irregularidades dentro do órgão.

A primeira delas foi rever todos os contratos entre do DFTrans e empresas terceirizadas. Nesta análise verificou-se que a GSI Defender Conservação e Limpeza Ltda., contratada para prestar serviços de apoio operacional ao sistema de bilhetagem, descumpriu cláusulas contratuais que comprometiam a eficiência do serviço como reposição de pessoal e falta de uniformes para funcionários, o que gerou uma multa de R$ 115 mil reais.

Todavia, após a deflagração da operação que desmontou o esquema de fraude no sistema de bilhetagem, cinco pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público. O DFTrans começou a fazer um pente fino e pediu a demissão de 20 pessoas ligadas aos investigados na operação, o que não ocorreu. Além disso, recentemente a empresa quebrou uma cláusula de sigilo de contrato.

Ao Bom Dia DF, a Defender explicou em nota que os uniformes dos funcionários foram entregues e que o encerramento do contrato foi feito de forma unilateral, sem a apuração e o direito de defesa por parte da empresa.

Agora a Brasfort, segunda colocada no pregão feito em 2016, vai prestar o serviço no valor de R$ 11,2 milhões.