Goiânia: CDTC pode votar melhorias para o transporte coletivo

Rápido Araguaia - 50374
A quatro dias da próxima reunião da Câmara Deliberativa de Transporte Coletivo (CDTC), a pauta de votação ainda não está pronta, apesar de se falar na intenção de votar melhorias. O presidente da CDTC e prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (PMDB), fala que pretende colocar em pauta propostas para melhorias no transporte coletivo, mas preferiu não adiantar. O prefeito tem até hoje para elaborar a pauta e enviar a convocação aos membros.

A reunião acontece menos de um mês após anúncio do governador Marconi Perillo de congelamento da tarifa em R$ 3,70, sob a promessa de pagamento às empresas de 100% das gratuidades estudantis por parte do governo.

Apesar de o presidente da CDTC apontar a intenção de votar melhorias imediatas, outros participantes da discussão dizem não haver possibilidade. Isso porque o cálculo apontava para reajuste da tarifa de 8% (valor iria para 4 reais), e com o acordo o aumento para ficou em 5%.

O secretário de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima), Vilmar Rocha, representante do governo na CDTC, diz achar difícil que haja alguma melhoria imediata, pois não houve aumento. Mas garante que ele mesmo pretende levar propostas na segunda-feira. “A tarifa vai se manter e daqui para o ano que vem vamos discutir melhorias”, disse.

O diretor técnico da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), Walter Silva, disse que algumas melhorias que já haviam sido propostas estão sendo implantadas, como aumento de ônibus e de viagens, e que no próximo dia 14 haverá mais viagens no horário de pico. Silva disse ainda que está em elaboração um projeto maior para melhoria do sistema.

Alego

Para o pagamento das gratuidades, é preciso de aprovação na Assembleia Legislativa da mudança na Lei do Passe Livre Estudantil. Nesta quarta-feira, o projeto que estava na Secretaria da Fazenda foi para a Casa Civil, de onde deve ir para aprovação na Alego. A mudança foi orçada em R$ 2,5 milhões por mês, a ser pago a partir de agosto.

Fonte: Jornal O Popular