DF: Governo faz adaptações para amenizar consequências da greve dos rodoviários. Metrô amplia a carga máxima de trens

Durante este segundo dia de greve geral dos rodoviários, órgãos do governo de Brasília mantêm alternativas para amenizar os impactos da paralisação. O Metrô segue com a carga máxima de 24 trens até as 9h45 e depois os reduz para 15 — normalmente a mudança se dá às 8h45. A Estrada Parque Taguatinga (EPTG), a Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), as vias do Setor Policial Sul e as W3 Sul e Norte continuam com as faixas exclusivas liberadas para todos os carros até a meia-noite de hoje.

Como não houve necessidade ontem, o Metrô não pretende trabalhar com o excedente de carros por toda a manhã, mas já estuda a ampliação para o período da tarde, no retorno dos brasilienses para casa.

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e o Departamento de Trânsito (Detran), responsáveis pelas faixas exclusivas do Distrito Federal, também analisam a possibilidade de manter os corredores autorizados para todos os carros por mais tempo.

Metrô amplia a carga máxima de trens

A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) liberou, nesta terça-feira (9), dois trens extras para funcionar no horário de pico enquanto durar a greve dos rodoviários. Para aumentar de 24 para 26 o número de veículos nos trilhos, o órgão retardou a manutenção periódica dessas máquinas — sem risco à segurança dos usuários. Dessa forma, 2,8 mil pessoas a mais podem fazer cada viagem programada.

Essa outra medida do governo de Brasília para amenizar os impactos da falta de ônibus nas ruas. É a primeira vez que um número tão alto de trens circula ao mesmo tempo. Além disso, o Metrô segue com a carga máxima em horário estendido, até as 21 horas, para atender o grande volume de passageiros, que teve um acréscimo de cerca de 30% ontem e hoje.

Fonte: Agência Brasília